Começou
na última quinta-feira e segue até o próximo dia 14 mais uma edição do Festival
Internacional do Rio e eu, depois de um primeiro contato com o evento em 2013,
retorno para mais uma maratona louca e incansável.
É
uma infinidade de filmes quentíssimos de todas as partes do mundo que se
dispõem à nossa frente, muitas possibilidades de programação, seja pelos filmes
e diretores mais badalados ou pelas apostas no escuro que fazemos num evento
gigante como esse, também contando com as dicas dos amigos. E há os encontros com
gente bacana entre as sessões, nos cafés, restaurantes e bares ao redor. Falar
de cinema é prioridade.
Este
ano a organização do festival deixa a desejar, com um circuito não tão mais
concentrado, mais limitado em termos de programação e acesso aos filmes. As
coisas parecem estar mais difíceis. Mas o espírito de cinefilia toma conta da
gente e a experiência acaba sendo agradável de alguma forma – ou assim eu espero.
Tentarei
escrever aqui algumas impressões rápidas sobre o que eu for vendo, na medida do
possível. Que os trabalhos corram bem e que venham os filmes.
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