Chego
ao fim da cobertura do Festival de Brasília, minha primeira experiência nesse
que é o mais antigo e considerado o mais prestigioso festival de cinema
brasileiro no país. Se a competição de longa foi bem decepcionante em seu
conjunto, os curtas mostraram-se muito mais interessantes e instigantes.
Abaixo, meu ranking:
Longas:
Para
Minha Amada Morta
(Aly Muritiba, Brasil, 2015) ****
Big
Jato
(Claudio Assis, Brasil, 2015) ***
Fome (Cristiano Burlan,
Brasil, 2015) **½
A
Família Dionti,
de Alan Minas, Brasil, 97min, RJ, 2015) **
Prova
de Coragem
(Roberto Gervitz, Brasil, 2015) *½
Santoro
– O Homem e sua Música (John Howard Szerman, Brasil, 2015) *
Curtas:
Quintal
(André
Novais Oliveira, Brasil, 2015) ****
A
Outra Margem (Nathália
Tereza, Brasil, 2015) ****
Tarântula
(Aly
Muritiba e Marja Calafange, Brasil, 2015) ****
Command
Action (João Paulo Miranda Maria, Brasil, 2015) ***½
À
Parte do Inferno (Raul
Artuso, Brasil, 2015) ***½
Rapsódio
para o Homem Negro (Gabriel
Martins, Brasil, 2015) ***½
História
de uma Pena (Leonardo Mouramateus, Brasil, 2015) ***
O
Corpo (Lucas Cassales, Brasil, 2015) ***
Afonso
é uma Brazza (Naji Sidki e James Gama, Brasil, 2015) ***
O
Sinaleiro (Daniel Augusto, Brasil, 2015) **½
Cidade
Nova (Diego
Hoefel, Brasil, 14min, CE, 2015) **
Copyleft (Rodrigo Carneiro,
Brasil, 2015) *
Nenhum comentário:
Postar um comentário