
A seleção oficial do Festival de Cannes, divulgada recentemente, não deixa de conter aqueles velhos queridinhos do maior festival de cinema do mundo. Mesmo assim, este ano promete algumas novidades. Veja a lista dos filmes da competição:
Another Year, Mike Leigh (Reino Unido)
Another Year, Mike Leigh (Reino Unido)
Biutiful, Alejandro González Iñárritu (Espanha/ México)
Burnt by the Sun 2, Nikita Mikhalkov (Alemanha/ França/ Rússia)
Certified Copy, Abbas Kiarostami (França/ Itália/ Irã)
Fair Game, Doug Liman (EUA)
Hors-la-loi, Rachid Bouchareb (França/ Bélgica/ Algéria)
The Housemaid, Im Sang-soo (Coréia do Sul)
La Nostra Vita, Daniele Luchetti (Itália/ França)
La Princesse de Montpensier, Bertrand Tavernier (França)
Of Gods and Men, Xavier Beauvois (França)
Outrage, Takeshi Kitano (Japão)
Poetry, Lee Chang-dong (Coréia do Sul)
A Screaming Man, Mahamat-Saleh Haroun (França/ Bélgica/ Chade)
Tourneé, Mathieu Amalric (França)
Uncle Boonmee Who Can Recall His Past Lives, Apichatpong Weerasethakul (Espanha/ Tailândia/ Alemanha/ Reino Unido/ França)
You, My Joy, Sergey Loznitsa (Ucrânia/ Alemanha)
Tender Son – The Frankenstein Project, Kornél Mundruczó (Hungria)
Chongqing Blues, Wang Xiaoshuai (China)
Route Irish, Ken Loach (Reino Unido)
Chongqing Blues, Wang Xiaoshuai (China)
Route Irish, Ken Loach (Reino Unido)
De cara, meu interesse recai sobre o novo filme de Mike Leigh, um dos grandes cineastas do cinema britânico e que nunca me decepcionou. Takeshe Kitano, depois do péssimo Glória ao Cineasta, precisa mostrar porque é um ótimo cineasta. O pouco que conheço do cinema politizado de Rachid Bouchareb e Daniele Luchetti me agradou bastante, espero que continuem assim. E uma ida ao IMDB me revelou que o ótimo ator francês Mathieu Amalric já dirigia filmes há um bom tempo. Bom saber!
Alejandro Gonzalez Inarritu, depois do irregular Babel, parece voltar às origens latinas; espero que com melhores resultados. Uma das grandes surpresas é que o único filme norte-americano (que eles adoram) na seleção pertence a Doug Liman, cineasta que não costuma integrar eventos assim, responsáveis por fitas de ação que variam de bons (A Identidade Bourne) a verdadeiras negações (Sr. e Sra. Smith e Jumper). Destaque para a representação, mais uma vez, do cinema sulcoreano. E espero que os novos filmes de Abbas Kiarostami e do impronunciável Apichatpong Weerasethakul (Joe, para os ocidentais) me animem a conhecer a filmografia desses diretores. Qual deles encantará mais o júri presidido pelo tresloucado Tim Burton? Veremos. O festival acontece entre os dias 12 a 23 de maio.
2 comentários:
No chute? Amalric ganha diretor. E Kitano a Palma de Ouro. Não me pergunte porque...
Nossa Wallace, momento visionário esse o seu. Não me arrisco a palpitar sobre nenhum prêmio, mas no geral gostei dos nomes da seleção.
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