
Los Abrazos Rotos, Pedro Almodóvar (Espanha)
Fish Tank, Andrea Arnold (Reino Unido)
Un Prophète, Jacques Audiard (França)
Vincere, Marco Bellocchio (Itália)
Bright Star, Jane Campion (Reino Unido)
Map of The Sounds of Tokyo, Isabel Coixet (Espanha)
A L’origine, Xavier Giannoli (França)
Das Weisse Band (The White Ribbon), Michael Haneke (Áustria)
Taking Woodstock, Ang Lee (EUA)
Looking For Eric, Ken Loach (Reino Unido)
Chun Feng Chen Zui De Ye Wan (Spring Fever), Lou Ye (China)
Kinatay, Brillante Mendoza (Filipinas)
Enter The Void, Gaspar Noé (França)
Bak-Jwi (Thirst), Park Chan-wook (Coreia do Sul)
Les Herbes Folles, Alain Resnais (França)
The Time That Remains, Elia Suleiman (Palestina)
Inglórios Bastardos, Quentin Tarantino (EUA)
Vengeance, Johnnie To (França/Hong Kong)
Visage (Face), Tsai Ming-Liang (França/Taiwan)
Interessante seleção com algumas figurinhas carimbadas como Lars Von Trier e seu filme de terror, Quentin Tarantino e seu pop de guerra, Pedro Almodóvar e a promessa de mais um belo melodrama, a inquietude de um Michael Haneke, o policial coreografado de Johnnie To, a comédia zen de Ang Lee, o chocante e incômodo (no bom sentido) Gaspar Noé. Das antigas vem o incansável e renovador Alain Resnais e o politizado Marco Bellocchio. Mas nada me deixa mais intrigado e curioso do que o filme de vampiros de Park Chan-wook.
Para nós brasileiros vale comemorar a inclusão de À Deriva, novo de Heitor Dhalia selecionado para a mostra paralela “Um Certo Olhar”. Up – Altas Aventuras, a mais nova animação da Pixar dirigida por Peter Docter, é o filme de abertura enquanto que Coco Chanel & Igor Stravinsky, de Jan Kounen, encerra o evento, ambos fora de competição. Os novos trabalhos de Alejandro Amenábar, Sam Raimi, Terry Gilliam e Michel Gondry passam fora de competição. A excepcional atriz francesa Isabelle Huppert (dois prêmios de interpretação conquistados no festival) é a presidente do júri. Agora é só esperar um ano para que o vencedor da Palma de Ouro chegue aqui.







O texto riquíssimo e cheio de sutilezas expõe as fragilidades do sistema educacional perante as dificuldades de se lidar com uma turma tão complexa. O elenco, todos de amadores, é um grande achado pois transmite verdade em cada fotograma, com evidente destaque para François Bégaudeau como o professor de Francês.
A narrativa gira em torno dos Vigilantes, grupo de mascarados anônimos vestidos de super-herois que saiam às ruas para lutar contra o crime numa metrópole supraviolenta. Porém esses justiceiros foram proibidos de manter suas atividades, mas o misterioso assassinato de um antigo companheiro, o Comediante, desperta a atenção para um possível extermínio dos Vigilantes.






















